Os equipamentos de ensaio de disjuntores avaliam o estado mecânico e elétrico dos disjuntores de alta e média tensão —tempos de manobra, movimento, resistência de contacto e comportamento das bobinas— para confirmar que eliminam corretamente um defeito. Os equipamentos Amperis para o setor elétrico incluem analisadores de disjuntores para o comissionamento e a manutenção em subestações.
O analisador capta todos os polos em simultâneo durante a manobra. Regista os tempos de contacto (abertura, fecho, fecho-abertura e sincronismo entre polos, em milissegundos), o curso e a velocidade através de um transdutor de movimento, a resistência de contacto estática e dinâmica (em micro-ohms; contactos principais saudáveis ficam normalmente abaixo de 50 µΩ) e a corrente de bobina, que denuncia problemas de mecanismo e de circuito de disparo. O ensaio de primeira manobra recolhe o estado tal como se encontra.
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Os equipamentos Amperis são referenciados a normas IEC/EN (não a designações nacionais do tipo PN/PL):
Os parâmetros essenciais são tempos de contacto, curso e velocidade, resistência de contacto estática e dinâmica, e corrente de bobina. Em conjunto indicam se a câmara de corte e o mecanismo continuam dentro da especificação.
A resistência estática dos contactos principais fica normalmente bem abaixo de 50 µΩ; compare cada ensaio com o valor de referência. A resistência dinâmica (DRM) revela contactos erodidos mesmo quando o valor estático parece normal.
Recolhe o estado do disjuntor tal como se encontra, antes de o exercitar. Assim surgem problemas de lubrificação, atrito ou tempos que desaparecem depois de o mecanismo ter manobrado.
Combine a análise com as ferramentas de gás SF6, os probadores de bobinas e os ohmímetros, ou consulte os equipamentos de ensaio de transformadores. Peça um orçamento.